O nascimento da Web 3.0?

12 dezembro, 2007

de: Reflexões Digitais

Por: Diego Cox

Uma questão que não sai da minha cabeça: Será a Web 3.0 outro “buzz word” do mercado ou será, de fato, uma reviravolta na indústria?

A boa e velha Web 1.0 reinou durante os anos 90. Durante esse período todas as mudanças visíveis no “client-side” eram resultantes de alterações e programações nos servidores que proviam determinado conteúdo ou serviço. Nesse período a internet tornou-se popular e comercial.

Já a Web 2.0 foi um pouco mais que uma evolução tecnológica. O glamour da nova web emergiu junto com a mídia social (onde os usuários criam a maior parte do conteúdo), apoiada em tecnologias como o XML e o AJAX.

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Não é Web 3.0. É melhor!

17 outubro, 2007

de: outrolado

Por Alexandre Cabreira

A partir dos anos 60, a disponibilidade de meios de armazenamento e tratamento automático dos dados fez aparecer os primeiros modelos e sistemas automatizados.

A tarefa de construir uma Web dos significados, embora requeira o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, depende crucialmente da capacidade humana de elaborar modelos adequados para representação dos documentos.

O novo “ tsunami ” tecnológico com a Web Semântica, que elabora a informação não apenas para as pessoas, mas para as máquinas, que farão o trabalho pesado, deixando os humanos livres para pensar, mudará mais uma vez o mundo.

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Google bomb e a Vergonha Nacional

14 setembro, 2007

Com novos tipos de manifestação, a blogosfera brasileira consegue mostrar o que é realmente a Vergonha Nacional.A idéia era simples: linkar o site do Senado com as palavras Vergonha Nacional. Com isso, nas pesquisas para Vergonha Nacional, os mecanismos de busca (eu só tentei no Google) trariam o site o Senado como resposta. Simples huh?!

A idéia foi do Rodrigo Stulzer, do blog Empirical Empire, que disse que o Bender, do Bender Blog, teve essa mesma idéia um pouco depois.

O resultado foi, em pouco mais (ou pouco menos) de 24 horas, o “protesto” já tinha surtido efeito, você pode ver aqui que a busca por Vergonha Nacional já retorna com o primeiro resutado o site do Senado.
O que tenho a dizer sobre isso? Vamos lá, 2 coisas:

- eu deveria me importar mais com política SIM, procurar ler mais, entender mais, mas simplesmente não o faço. Não tenho a menor vontade, acho a maior palhaçada. Quando comecei a ouvir sobre a cassação do mandato do Excelentíssimo Senhor Senador Renan Calheiros já sabia que ia dar em, NADA! Ladrão julgando ladrão, onde já se viu?!
Rabo preso gente, jogos de interesse… não me surpreenderia se aqueles votos já não fossem combinados, onde na verdade MUITO MAIS GENTE o absolveria, mas pra não ficar ‘feio perante a nação’, deixaram a margem entre SIMs e NÃOs bem pequena…

Eu não acredito na política nacional, e desde meus 16 anos, quando já poderia tirar meu título de eleitor, eu preferi não o fazer. Tirei com 18, porque fui obrigada, e sou OBRIGADA e exercer minha cidadania, se isso faz algum sentido.
Sou a favor do voto não obrigatório. Até aceitaria discutir com pessoas que são a favor do voto obrigatório, tentar entender seus motivos pra acreditar que isso é melhor, a OBRIGAÇÃO de exercer sua cidadania, tsc.
Enquanto aqui for um país onde votos são comprados por uma cesta básica, políticos usam dinheiro público para financiar suas próprias campanhas, onde juízes vendem sentenças e mais um milhão de falcatruas, continuo a favor do voto não obrigatório. Vota quem quer, quem tem instrução pra isso…
Seria a solução? Não sei, talvez não ajude em nada também. Mas só de não ser obrigada a anular tudo, ou pior, votar em qualquer um ou no menos pior, já acho uma grande coisa.

- vi algumas críticas de pessoas dizendo que a culpa de tudo isso que acontece na política nacional é nossa, porque somos nós mesmos que botamos os caras .
Como já disse, somos OBRIGADOS a colocar alguém . Mesmo que seja o menos pior, todo homem tem seu preço, já me disseram isso antes. E o que podemos fazer? Entrar atirando no Senado, fazer políticos de reféns, cortas suas orelhas e colocar numa caixa de acrílico pra exibir em Praça Pública? É, realmente seria BEM interessante mesmo, mas me fala UM LOUCO que faria isso isso hoje. Estamos quase todos muito desacreditados de tudo.
Quem tem dinheiro, simplesmente vai embora do país. Quem não tem e até quer mudar alguma coisa, faz passeata e toma borrachada e gás na cara de ‘gambé’… a solução? Usar os meios disponíveis para fazer nossas “intervenções”, como nesse BEM SUCEDIDO CASO da Vergonha Nacional.
Sou da opinião que temos que reinventar os modos de como faziamos as coisas antigamente. Trazer para os dias de hoje, com as ferramentas que temos hoje para conseguir os mesmos efeitos.
Parar a Av. Paulista, ou ir pra frente do Senado vai conseguir com que aquelas pessoas tenham 1 ou 2 minutos de uma matéria no Jornal Nacional. E só.
Acredito que iniciativas como essa se utilizando sa internet – coisa que usamos e conhecemos muito bem – só tende a ser cada vez melhor sucedida, e cada vez melhor planejada e com efeitos cada vez melhores.


publicado em naoperturbe.wordpress.com

O iPhone será Web 2.0 friendly?

13 junho, 2007

De: Reflexões Digitais v2.5
por Diego Cox

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A Apple deseja que o iPhone tenha uma plataforma
colaborativa desenvolvida por uma comunidade que
aposte no futuro da telefonia celular.

O iPhone terá a capacidade de executar aplicações Web 2.0 de terceiros assim que estiver disponível nas lojas no dia 29 de junho. A Apple convidou os desenvolvedores para criarem aplicativos que façam algum link aos serviços do iPhone como: realização de chamadas, envio de e-mails e mashups para o Google Maps.

O CEO da empresa, Steve Jobs, declarou que os desenvolvedores e os usuários ficarão muito bem impressionados de como essas aplicações funcionam bem no iPhone. Jobs completou dizendo que aplicações Web 2.0 tornarão o iPhone ainda mais atraente e útil.

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Falem bem ou falem mal, mas falem coisas úteis sobre Web 2.0

5 junho, 2007

Já li bastante sobre Web 2.0 – bastante, não muito ou ainda o suficiente. Mas posso dizer que ás vezes é de se ficar com raiva do tanto que falam e nada resovem. Bater na mesma tecla, se existiam ou não as ferramentas, se é preciso ou não dar nome, se é evolução ou não… é legal falar sobre essas coisas, todos os pontos precisam ser analisados e discutidos – mas não serem tomados como temas principais de uma discussão que é MUITO maior.

Acredito que o que existe é muita especulação sobre o assunto – tanto contra como a favor (obs: esse texto do Leo Hackin é BEM interessante, e na minha opinião discute o ponto certo sobre Web 2.0) – mas conteúdo de relevância mesmo, muito pouco. Se é hype falar que é legal, vem se tornando muito mais hype falar mal e causar polêmica, mas definitivamente, não agregar nenhum valor ao assunto.

Durante as pesquisas, fiquei surpresa com o tanto de bons conteúdos em espanhol e português de Portugal. Em Portugal até houve um encontro em Outubro de 2006, para a discussão de Weblogs, no âmbito da educação, jornalismo, cidadania, etc. Isso é discutir seriamente, discutir aplicações do que temos, não discutir quem inventou o que quando…

Se procura conteúdos e discussões sérias sobre o assunto, recomendo textos acadêmicos, como esse ‘O aspecto relacional das interações na Web 2.0′, de Alex Primo - direto, sem ‘EU ACHO QUE’, ou coisas do gênero ‘QUANDO EU COMEÇEI A USAR INTERNET’… Revistas querem vender e muitos (não todos) blogs querem visitas. Professores e pessoas que se dedicam seriamente ao tema pesquisam, buscam dados, referências e resultados, não escrevem por ‘achismos’ e/ou experiências próprias.

Se quiser escrever suas opiniões, muito legal, a internet está ai pra isso, compartilhar, democracia. Mas não acredite que sua opinião seja verdade absoluta, veja outras opiniões, esteja aberto e sem passionalidades.

Confesso que no inicio, até fiquei deslumbrada, achando nova maravilha da Internet, mas lendo, a gente descobre que não existe um único lado, uma única verdade.
Se você realmente se interessa pelo tema, não se deixe levar por opiniões somente contra, ou a favor, ou quem inventou, quando, onde. Veja o que temos disponível, use, explore, tire suas conclusões, depois as mude, e mude de novo. A história do ‘beta perpétuo’ da Web 2.0… Pense que SOMOS o beta perpétuo, ou você acha que já chegou na sua versão final? Oo

Só lembrando Mário Quintana:

Da Contradição

‘Se te contradisseste e acusam-ti…sorri.
Pois nada houve, em realidade.
Teu pensamento é que chegou, por si,
Ao outro pólo da verdade…’

 

esse texto foi publicado também aqui no site And After

Lançado oficialmente o site And After

4 junho, 2007

Foi lançado hoje o site colaborativo And After.

Idealizado e produzido por Guilherme Serrano, o site tratará de assuntos envolvendo design e tecnologia, com categorias como Apple/Mac, design de produto, games, hardware, internet, redes. etc.

Sobre seu modo de gerar conteúdo:

“O site funciona de modo colaborativo, isso significa que todos podem participar. Não existe uma equipe ou pessoa responsável pela edição de conteúdo: a comunidade é quem dá o andamento e mantém a ordem do site, funcionando como moderadora do conteúdo que ela mesma publica.”
And After

Para se tornar um editor do site, basta fazer um simples cadastro – depois é só escolher uma categoria para consultar e sair colaborando. ;)

Orkut agora é agregador de feeds

31 maio, 2007

Foi lançado hoje: a rede social ORKUT agora está contando com o serviço de agregador de feeds.

Menu – botão de editar e o feed do webdois.

Quando logado, já aparece no menu o botão EDIT FEEDS. Clicando, já se encontram botões para compartilhar fotos do Picasa ou blogs do Blogger. Um terceiro campo permite o cadastro de outros feeds.

Acredito que dessa forma, o número de acessos a conteúdos de sites e blogs por feeds irá crescer – e nada melhor que uma rede social que contava com 52.044.736 cadastrados em 24/04/2007, para tornar esse meio de acesso a conteúdos mais conhecido.

Outra idéia é que você pode ver os feeds cadastrados de outras pessoas nos perfis dela.

Pra quem não gostava do Orkut, ele até que está se provando uma ferramenta útil. Além claro, de comunidades que discutem assuntos sérios e bons contatos que podem ser feitos, quanto mais serviços forem agregados, mais interessante e, principalmente, útil o site poderá ficar.

Mas, ainda apóio a idéia de que se poderia colocar RSS nos scraps, para serem acessados de qualquer agregador :)

 

Web 2.0 Awards 2007

12 maio, 2007

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O Web 2.0 Awards 2007 foi anunciado no dia 9 de maio, onde quase 200 sites Web 2.0 foram premiados em 41 categorias.

Algumas das categorias são: comunicação, games, música, busca, vídeo, etc.

Muitos sites e serviços já conhecidos foram premiados, como Technorati (categoria Blog Guides), Meebo (categoria Comunicação) e Pandora e Last.FM (categoria Música).

A premiação foi organizada pela SEOmoz, organização situada em Seattle, que presta serviços de consultoria, internet marketing e otimização de serviços de ferramentas de busca.

Map my Name

5 maio, 2007

Description of Service: MapMyName is a project that aims to count all internet users!

Um projeto de 2 estudantes portugueses – João Ribeiro e Sérgio Veiga, ambos Arquitetos de Software – que pretendem mapear usuários da internet, se possível, TODOS. O site já conta com mais de 14.400 cadastrados.

Você pode fazer uma busca pelo nome das pessoas, brincar pelo mapa, levar mais pessoas pro site e participar de um ranking TOP 10….

Esse é um exemplo de mashup, onde eles agracedem ao Google por tudo, a uma suit de ajax, framework, etc…

Procurando um portal só com web 2.0?

5 maio, 2007

de: INFO Online

Por Sérgio Salustiano

SÃO PAULO – Enquanto as indústrias fonográfica e cinematográfica debatem como acabar com a pirataria, a internet dá um exemplo de como fazer do usuário um colaborador. Os internautas já participam ativamente da produção de conteúdos e, além disso, cresce o número de ferramentas que não exigem a instalação de qualquer software no micro.

Editores de texto, de imagem, de áudio e vídeo, agendas, antivírus e uma infinidade de serviços, tudo online. Em muitos casos, o máximo exigido do internauta é o preenchimento de um cadastro. Todos os programas seguem a tendência da web 2.0, que busca fazer do usuário um colaborador na produção dos conteúdos e oferece a comodidade de salvar os documentos na Internet, podendo ser acessados de qualquer parte do mundo.

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