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A edição de janeiro da Revista Webdesign traz uma extensa e interessante reportagem sobre a Web 2.0 (na mesma revista, o primeiro de uma série de tutoriais meus sobre Ajax.) Ao mesmo tempo, Richard MacManus anuncia a morte da Web 2.0, que, na verdade, nunca existiu.
Ao mesmo tempo, falando de Ajax, surgiram o Ajah, o Ahah, o Ajat e uma série de outros “novos métodos”, todos “mais simples”, “mais eficientes” e “mais rápidos” que o Ajax.
Isso é pra confundir qualquer um, não? Calma, vou tentar explicar. Meu conselho é: esqueça o nome, entenda o que se pode fazer. Principalmente, o que pode ser feito para seu usuário.
Comecemos com o caso do Ajax. Ele permite que você carregue apenas parte de sua página usando Javascript, sem precisar fazer o refresh de toda a página. Isso é fantástico, e é isso o que realmente importa, para você e para o seu usuário. O nome que você vai dar a isso realmente importa muito pouco.
Assim, se você quer usar XMLHttpRequest para requisitar trechos de XML que serão interpretados pelo Javascript, ou trechos do seu HTML, ou simples arquivos de texto, faça o que for melhor para o seu projeto. Como você vai chamar isso, realmente, importa muito pouco. Eu, por exemplo, tenho usado muito duas técnicas: requisitar trechos de HTML do servidor (que eles chamam por aí de Ajah ou Ajat) e requisitar Json (o que poderia ser considerado uma forma de Ahah.) Mas, para simplificar, chamo tudo de Ajax.