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What is Web 2.0?

2 Maio, 2007

It’s one of the biggest buzzwords out there, but what exactly does it mean? Andy Gutmans of Zend defines Web 2.0 and explains how it’s changing the face of the Internet.

Host: Andy Gutmans, Co-founder and VP, Zend

Web 2.0 pé no chão

20 Abril, 2007

de: fechaTag

A edição de janeiro da Revista Webdesign traz uma extensa e interessante reportagem sobre a Web 2.0 (na mesma revista, o primeiro de uma série de tutoriais meus sobre Ajax.) Ao mesmo tempo, Richard MacManus anuncia a morte da Web 2.0, que, na verdade, nunca existiu.

Ao mesmo tempo, falando de Ajax, surgiram o Ajah, o Ahah, o Ajat e uma série de outros “novos métodos”, todos “mais simples”, “mais eficientes” e “mais rápidos” que o Ajax.

Isso é pra confundir qualquer um, não? Calma, vou tentar explicar. Meu conselho é: esqueça o nome, entenda o que se pode fazer. Principalmente, o que pode ser feito para seu usuário.

Comecemos com o caso do Ajax. Ele permite que você carregue apenas parte de sua página usando Javascript, sem precisar fazer o refresh de toda a página. Isso é fantástico, e é isso o que realmente importa, para você e para o seu usuário. O nome que você vai dar a isso realmente importa muito pouco.

Assim, se você quer usar XMLHttpRequest para requisitar trechos de XML que serão interpretados pelo Javascript, ou trechos do seu HTML, ou simples arquivos de texto, faça o que for melhor para o seu projeto. Como você vai chamar isso, realmente, importa muito pouco. Eu, por exemplo, tenho usado muito duas técnicas: requisitar trechos de HTML do servidor (que eles chamam por aí de Ajah ou Ajat) e requisitar Json (o que poderia ser considerado uma forma de Ahah.) Mas, para simplificar, chamo tudo de Ajax.

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Web 2.0 é tudo isso e ainda mais um pouco

20 Abril, 2007

de: webinsider

A web 2.0 consolida o que realmente funciona na internet, coloca a conversa das pessoas em primeiro plano e muda o conceito de programação em busca de leveza e simplicidade. Não é pouca coisa.

Por Gilberto Alves Jr.

Dizem que não é fácil definir o que seja web 2.0. Bem, a melhor definição que eu tenho é essa, inspirada na que se encontra na Wikipedia: web 2.0 geralmente se refere à segunda geração de serviços disponíveis na internet que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online.

Diferentemente da primeira geração, marcada pelas páginas estáticas, a web 2.0 dá ao usuário uma experiência tão rica quanto a que ele teria se estivesse utilizando um programa instalado no seu computador.

Cabem as seguintes perguntas: a web 2.0 é o resultado do amadurecimento da internet como um negócio que realmente deu certo? É o resultado dos conhecimentos adquiridos pelas empresas que resistiram à crise da internet de 2001 (a famosa bolha assassina)? É um apanhado de conceitos e técnicas que devem ser levados a sério por quem quer ter resultado na internet? É a nova geração da internet?

Ou seria o resultado de toda uma geração de pessoas que cresceram com o mouse na mão, que desenvolveram seus melhores relacionamentos pela internet, que encontraram seus empregos pela internet, que não saberiam como viver sem a web, a internet da nova geração?

A resposta me parece óbvia: é tudo isso e mais um pouco.

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Web 2.0, Ajax e SOA: uma nova perspectiva

20 Abril, 2007

de: webinsider

A Web 2.0 se forma baseada em iniciativas conhecidas, mas sob uma nova ótica. SOA e Ajax ocupam papel importante dentro das estratégias de players como IBM, BEA, Oracle e Sun Microsystems.

Felipe A. Oliveira

A indústria se reinventa: conceitos e fundamentos pré–existentes são lançados novamente ao mercado sob uma nova ótica. A euforia sobre estes conceitos, mais especificamente o Ajax, traz à tona novas oportunidades, em diferentes nichos, e faz alusão à bolha em meados de 2000.

Este novo movimento está centrado em soluções focando uma só idéia: mudar o paradigma de como enxergamos a web. Esta passará a ser plataforma e não somente meio.

Até os tempos atuais, o paradigma que orientou muitas iniciativas na web foi utilizá–la como meio de comunicação, prospecção de clientes, disseminação de campanhas e afins. Utilizá–la como plataforma de operações era até o presente momento inviável, por questões meramente oftalmológicas: miopia estratégica das empresas.

Iniciativas como Google Suggest, Gmail, Protopage e Meebo, entre outras, despertaram a atenção de milhares de desenvolvedores, que começaram a reavaliar o processo de criação de interfaces web e aplicações. Em paralelo, a forma como os sistemas são projetados também passa por mudanças profundas conceituais.

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