Archive for the ‘Definições’ Category

O nascimento da Web 3.0?

12 dezembro, 2007

de: Reflexões Digitais

Por: Diego Cox

Uma questão que não sai da minha cabeça: Será a Web 3.0 outro “buzz word” do mercado ou será, de fato, uma reviravolta na indústria?

A boa e velha Web 1.0 reinou durante os anos 90. Durante esse período todas as mudanças visíveis no “client-side” eram resultantes de alterações e programações nos servidores que proviam determinado conteúdo ou serviço. Nesse período a internet tornou-se popular e comercial.

Já a Web 2.0 foi um pouco mais que uma evolução tecnológica. O glamour da nova web emergiu junto com a mídia social (onde os usuários criam a maior parte do conteúdo), apoiada em tecnologias como o XML e o AJAX.

clique para continuar lendo… 

Anúncios

Não é Web 3.0. É melhor!

17 outubro, 2007

de: outrolado

Por Alexandre Cabreira

A partir dos anos 60, a disponibilidade de meios de armazenamento e tratamento automático dos dados fez aparecer os primeiros modelos e sistemas automatizados.

A tarefa de construir uma Web dos significados, embora requeira o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, depende crucialmente da capacidade humana de elaborar modelos adequados para representação dos documentos.

O novo “ tsunami ” tecnológico com a Web Semântica, que elabora a informação não apenas para as pessoas, mas para as máquinas, que farão o trabalho pesado, deixando os humanos livres para pensar, mudará mais uma vez o mundo.

clique para continuar lendo… 

Falem bem ou falem mal, mas falem coisas úteis sobre Web 2.0

5 junho, 2007

Já li bastante sobre Web 2.0 – bastante, não muito ou ainda o suficiente. Mas posso dizer que ás vezes é de se ficar com raiva do tanto que falam e nada resovem. Bater na mesma tecla, se existiam ou não as ferramentas, se é preciso ou não dar nome, se é evolução ou não… é legal falar sobre essas coisas, todos os pontos precisam ser analisados e discutidos – mas não serem tomados como temas principais de uma discussão que é MUITO maior.

Acredito que o que existe é muita especulação sobre o assunto – tanto contra como a favor (obs: esse texto do Leo Hackin é BEM interessante, e na minha opinião discute o ponto certo sobre Web 2.0) – mas conteúdo de relevância mesmo, muito pouco. Se é hype falar que é legal, vem se tornando muito mais hype falar mal e causar polêmica, mas definitivamente, não agregar nenhum valor ao assunto.

Durante as pesquisas, fiquei surpresa com o tanto de bons conteúdos em espanhol e português de Portugal. Em Portugal até houve um encontro em Outubro de 2006, para a discussão de Weblogs, no âmbito da educação, jornalismo, cidadania, etc. Isso é discutir seriamente, discutir aplicações do que temos, não discutir quem inventou o que quando…

Se procura conteúdos e discussões sérias sobre o assunto, recomendo textos acadêmicos, como esse ‘O aspecto relacional das interações na Web 2.0’, de Alex Primo – direto, sem ‘EU ACHO QUE’, ou coisas do gênero ‘QUANDO EU COMEÇEI A USAR INTERNET’… Revistas querem vender e muitos (não todos) blogs querem visitas. Professores e pessoas que se dedicam seriamente ao tema pesquisam, buscam dados, referências e resultados, não escrevem por ‘achismos’ e/ou experiências próprias.

Se quiser escrever suas opiniões, muito legal, a internet está ai pra isso, compartilhar, democracia. Mas não acredite que sua opinião seja verdade absoluta, veja outras opiniões, esteja aberto e sem passionalidades.

Confesso que no inicio, até fiquei deslumbrada, achando nova maravilha da Internet, mas lendo, a gente descobre que não existe um único lado, uma única verdade.
Se você realmente se interessa pelo tema, não se deixe levar por opiniões somente contra, ou a favor, ou quem inventou, quando, onde. Veja o que temos disponível, use, explore, tire suas conclusões, depois as mude, e mude de novo. A história do ‘beta perpétuo’ da Web 2.0… Pense que SOMOS o beta perpétuo, ou você acha que já chegou na sua versão final? Oo

Só lembrando Mário Quintana:

Da Contradição

‘Se te contradisseste e acusam-ti…sorri.
Pois nada houve, em realidade.
Teu pensamento é que chegou, por si,
Ao outro pólo da verdade…’

 

esse texto foi publicado também aqui no site And After

Video: RSS in Plain English

5 maio, 2007

We made this video for our friends (and yours) that haven’t yet felt the power of our friend the RSS reader. We want to convert people and if you know someone who would love RSS and hasn’t yet tried it, point them here for 3.5 minutes.

What is Web 2.0?

2 maio, 2007

It’s one of the biggest buzzwords out there, but what exactly does it mean? Andy Gutmans of Zend defines Web 2.0 and explains how it’s changing the face of the Internet.

Host: Andy Gutmans, Co-founder and VP, Zend

Web 2.0 como assunto do dia

2 maio, 2007

de: Yahoo! Tech

Por John C. Dvorak, PC Magazine

A Web 2.0 é a última tentativa de um esforço sem fim de reatar a mania ponto-com do fim da década de 90. Essa parece fazer sucesso. O problema é que pouca coisa mudou. Más idéias do passado foram renomeadas e alteradas. Estamos vendo um exemplo clássico do “vinho velho em garrafa nova”: mudar a etiqueta não deixa o vinho melhor, mas faz com que compremos o vinho.

Eis o que realmente acontece. Algumas tendências que sumiram com a crise ponto-com, tais como comércio online, voltaram sem ninguém precisar reapresentá-las como mágicas. Seu crescimento é estável, e seu futuro parece bom. Mas a crise ponto-com fez com que muitas outras tendências fossem abandonadas. A retórica dos promotores da Web 2.0, um conjunto de frases pegajosas e impressionantes, parece apenas um jeito de requentar essas panacéias digitais falhas.

Self-service

Talvez os inventores da Web 2.0 não vejam quais são as reais tendências, porque perdida entre as palavras da moda e as conferências chiques está a realidade do que as pessoas realmente fazem online, que é algo relacionado ao conceito de que se usa a web para fazer tudo no estilo self-service. Essa tem sido a principal vantagem da internet desde sua concepção. Já que a simplicidade (a idéia principal em self-service) não dá dinheiro, essa idéia se perde no meio de palavras como “arquitetura participativa,” “habilitadora de interatividade,” “experiência rica,” “ambiente categorizado pela contribuição do usuário,” “hackabilidade,” e “possibilidade de remasterização pelo usuário.” Mas trata-se apenas de evolução, e não da revolução que as garotas de torcida organizada promovem.

clique para continuar lendo… 

Web 3.0, 2.0, 1.0? O que isso significa?

2 maio, 2007

de: Wikirus

Por Daniel Monteiro

Outro dia estava lendo sobre a Web 3.0. É sim! Web 3.0. Já é assunto nas páginas dos jornais e nos BLOGs mais antenados. Uns falando bem, outros nem tanto…

Em linhas gerais, definimos a Web 3.0, como a Web semântica, a Web que passa a dar sentido aos dados. Sistemas que conseguirão não só apresentar o dado ou informação, mas dar contexto a esse dado.

Imagine que o Google respondesse, precisamente, a seguinte questão: “preciso da configuração de um computador para jogos e edição de imagens?” Para isso, seria necessário que o Google, ou qualquer outro sistema, além de conhecer as configurações possíveis para micros, soubesse para que serve e qual a melhor aplicação de cada uma delas.

Para essa situação acontecer, é fundamental a criação de um segundo nível de informação, ou seja, a criação de dados que descrevem dados, ou os metadados.

Em curtas palavras: sistemas mais inteligentes e dados que descrevem dados, essa é a Web 3.0.

clique para continuar lendo…

O que são Mashups?

30 abril, 2007

Learn what Mashups and APIs are and how you go about making one of the great wonders of Web2.0

TV1 Trend Report – Geração C

26 abril, 2007

A TV1 é uma agência de comunicação integrada com 20 anos de mercado e domínio nas principais competências da comunicação dirigida. Sua estrutura conta com 5 áreas especialistas em diferentes mídias, entre elas a TV1.Com, uma das principais agências de marketing digital do Brasil.
Saiba mais em:
www.tv1.com.br

PDF da Folha sobre Web 2.0

23 abril, 2007

Como já citado em um outro texto, do fechaTag, esse PDF da Folha é bem explicado, fácil de entender.