Archive for the ‘Links’ Category

Web 2.0 Awards 2007

12 maio, 2007

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O Web 2.0 Awards 2007 foi anunciado no dia 9 de maio, onde quase 200 sites Web 2.0 foram premiados em 41 categorias.

Algumas das categorias são: comunicação, games, música, busca, vídeo, etc.

Muitos sites e serviços já conhecidos foram premiados, como Technorati (categoria Blog Guides), Meebo (categoria Comunicação) e Pandora e Last.FM (categoria Música).

A premiação foi organizada pela SEOmoz, organização situada em Seattle, que presta serviços de consultoria, internet marketing e otimização de serviços de ferramentas de busca.

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Procurando um portal só com web 2.0?

5 maio, 2007

de: INFO Online

Por Sérgio Salustiano

SÃO PAULO – Enquanto as indústrias fonográfica e cinematográfica debatem como acabar com a pirataria, a internet dá um exemplo de como fazer do usuário um colaborador. Os internautas já participam ativamente da produção de conteúdos e, além disso, cresce o número de ferramentas que não exigem a instalação de qualquer software no micro.

Editores de texto, de imagem, de áudio e vídeo, agendas, antivírus e uma infinidade de serviços, tudo online. Em muitos casos, o máximo exigido do internauta é o preenchimento de um cadastro. Todos os programas seguem a tendência da web 2.0, que busca fazer do usuário um colaborador na produção dos conteúdos e oferece a comodidade de salvar os documentos na Internet, podendo ser acessados de qualquer parte do mundo.

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Conheça 13 serviços de Web 2.0 desenvolvidos no Brasil

1 maio, 2007

de: IDG Now!

Por Ralphe Manzoni Jr., editor executivo do IDG Now!

São Paulo – Há um ano, eram raros bons serviços locais. Hoje, difícil foi selecionar. Confira nossa lista de sites Web 2.0 desenvolvidos por brasileiros.

A Web 2.0 brasileira cresceu e multiplicou. Há cerca de um ano, eram raros os serviços disponíveis. Hoje, é difícil fazer uma seleção sem cometer injustiças.

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Twitter e iqzone: a Web 2.0 chega aos celulares

21 abril, 2007

de: IDGNow!
por Ralphe Manzoni

Você já ouviu falar do Twitter? E do iqzone? Prepare-se: a Web 2.0 já chegou aos celulares nos Estados Unidos.

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Lembra da regra do 1%? O drama é bem pior, amigo

21 abril, 2007

de: IDGNow!
por Ralphe Manzoni Jr.

Você lembra da regra do 1%? Resumindo: se você faz parte de um grupo de 100 pessoas online,uma vai criar conteúdo, 10 vão interagir (comentando ou sugerindo melhorias) e 89 apenas vão ver.

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Inteligência coletiva ou burrice das multidões ?

21 abril, 2007

de: W2BR

Por Gilberto Jr

Em mais um excelente artigo, Kathy Sierra define o que é a sabedoria das multidões.

Segundo ela, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios, desde que não seja necessário um consenso entre a comunidade em questão. Kathy diz que aproveitar a inteligência coletiva é agregar de alguma forma a sabedoria de cada indivíduo independente (e a independência é a chave neste conceito), sem que esta sabedoria seja degradada por um consenso.

Veja alguns exemplos:

Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon.

Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos.

Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por indivíduos independentes, e as novas idéias criadas por este grupo de fotos (e o API).

Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas.

Inteligência coletiva é pegar idéias de diferentes perspectivas e pessoas.

Burrice das multidões é tirar cegamente uma média das idéias de diferentes pessoas e esperar um grande avanço. (o maior problema é mais o “cegamente” do que a média)

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Entrevista TI Inside – Livro analisa o fenômeno Web 2.0

21 abril, 2007

de: ICO
Da Redação

O livro “O Conhecimento em Rede”, da editora Campus, de Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno, professores do MBA de Gestão de Conhecimento da Coppe/UFRJ, o primeiro no país a analisar o fenômeno da Web 2.0, foi lançado dia 1º de março, no segundo dia da Conferência Web 2.0.
Carlos Nepomuceno, um dos autores apresentou a palestra “A Web 2.0 como fator de desenvolvimento brasileiro”, dia 28/02, no primeiro dia do encontro.
O livro trata desta nova revolução cultural, social e tecnológica a que todos estamos expostos, já entrou na lista dos 10 mais vendidos na área de negócios da editora.
Carlos Nepomuceno detalha nessa entrevista, o conteúdo do livro e da palestra:

P – Afinal, o que provocou a Web 2.0?
Carlos – A Web 2.0 surge como um conceito para explicar a mudança ocorrida no perfil dos usuários, que passaram, depois da banda larga, por volta de 2004, a ficar mais tempo on-line e exercer o potencial interativo da Internet, que sempre existiu e ficava restrito aos que tinham uma conexão melhor. Ou seja, a massa agora está interagindo.

P – Existem muitas opiniões do que é afinal a Web 2.0, qual é a sua?
Carlos – Acreditamos que a Internet cumpriu uma primeira etapa de povoamento e agora ela vai se consolidar na sua verdadeira vocação: o primeiro meio de interação do ser humano, que permite a comunicação do muitos para muitos.
Trata-se de um novo paradigma da comunicação humana, uma quebra que só havia ocorrido no mundo nessa magnitude com a invenção da prensa por Gutemberg, na Alemanha, por volta de 1500. Mudanças de paradigma como aquela provocaram grandes revoluções e quebras de hierarquias e monopólios. A revolução industrial, francesa, americana e russa foram filhas dos livros e dos jornais, sem os quais não aconteceriam.
A Internet entra agora no ciclo das massas. As quebras de monopólio na indústria da música, do software, cinema, publicações, comércio, telecomunicações é apenas o começo.
Veremos que por trás destas mudanças sempre estiveram grandes comunidades em rede em escala planetária, conspirando, se articulando e produzindo mudanças, como foi o caso da própria Internet, que não é fruto de nenhuma grande empresa, ou do Linux, do Kazaa, MP3, Amazon, Google, Skype.
Contar a história destas pequenas Tsunamis sem levar em conta o papel das comunidades em rede para que atingissem a escala global é tapar o sol com a peneira.

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Quem explica a Web 2.0?

21 abril, 2007

de: ICO
por: Cesar Brod

Quem está inserido no mundo da tecnologia tem, muitas vezes, uma grande dificuldade para explicar coisas que, para os iniciados, fazem todo o sentido do mundo mas que, para a grande maioria (na qual, muitas vezes, me incluo) parece etrusco antigo. Assim é com a Web 2.0. Todo mundo sabe que está aí e que tem a ver com Ajax (não o limpador!). Agora, para que serve e como se diferencia da Web que conhecemos é que é o “X” da questão.

A resposta veio com um excelente livro e a extensão das idéias de seus autores em projetos práticos já visíveis na Internet. Carlos Nepomuceno e Marcos Cavalcanti são os autores de “O Conhecimento em Rede – Como implantar projetos de inteligência coletiva”, que recebi em minha casa enquanto estava de férias, com um gentil autógrafo do Carlos. A Web 2.0 já começa a fazer sentido com o título do livro: ela é a base para o desenvolvimento da inteligência coletiva.

A inteligência coletiva é aquela que nasce quando deixamos de ser apenas receptores de informação, mas adquirimos a capacidade de levar nossas idéias a muitas pessoas de uma só vez, de forma imediata ou não, interagindo também com as idéias de muitas outras pessoas e criando um caldeirão de conhecimento que, com a crítica, a análise e a contribuição de todos passa a ser automaticamente organizado e filtrado. Esta nova forma de expressão do conhecimento, na Internet, vem representada especialmente através dos mais variados tipos de blogs e a interação gerada por eles. O trabalho do filósofo Pierre Lévy, que tive a grata oportunidade de conhecer pessoalmente há pouco mais de dois anos, em São Paulo, reconhecidamente influencia a obra de Carlos e Marcos. Mas, a leitura do livro, antes de exigir algum conhecimento prévio dos textos de Pierre Lévy ou outros, faz com que o leitor sinta-se impelido a seguir adiante e aprender mais sobre o tema. Ouso dizer que “O Conhecimento em Rede” poderia quase ser chamado, sem nenhum demérito, “Web 2.0 para o resto de nós”.

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Web 2.0 pé no chão

20 abril, 2007

de: fechaTag

A edição de janeiro da Revista Webdesign traz uma extensa e interessante reportagem sobre a Web 2.0 (na mesma revista, o primeiro de uma série de tutoriais meus sobre Ajax.) Ao mesmo tempo, Richard MacManus anuncia a morte da Web 2.0, que, na verdade, nunca existiu.

Ao mesmo tempo, falando de Ajax, surgiram o Ajah, o Ahah, o Ajat e uma série de outros “novos métodos”, todos “mais simples”, “mais eficientes” e “mais rápidos” que o Ajax.

Isso é pra confundir qualquer um, não? Calma, vou tentar explicar. Meu conselho é: esqueça o nome, entenda o que se pode fazer. Principalmente, o que pode ser feito para seu usuário.

Comecemos com o caso do Ajax. Ele permite que você carregue apenas parte de sua página usando Javascript, sem precisar fazer o refresh de toda a página. Isso é fantástico, e é isso o que realmente importa, para você e para o seu usuário. O nome que você vai dar a isso realmente importa muito pouco.

Assim, se você quer usar XMLHttpRequest para requisitar trechos de XML que serão interpretados pelo Javascript, ou trechos do seu HTML, ou simples arquivos de texto, faça o que for melhor para o seu projeto. Como você vai chamar isso, realmente, importa muito pouco. Eu, por exemplo, tenho usado muito duas técnicas: requisitar trechos de HTML do servidor (que eles chamam por aí de Ajah ou Ajat) e requisitar Json (o que poderia ser considerado uma forma de Ahah.) Mas, para simplificar, chamo tudo de Ajax.

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A plataforma chamada Web

20 abril, 2007

de: tableless

por Diego Eis

Acho que você já ouviu falar sobre Flickr, Backpack, Writeboard, Wikipedia, gMail, del.icio.us, e outros sistemas que estão na moda.

O que os sistemas citados acima tem em comum? Por que eles
estão fazendo tanto sucesso? Por que sempre que vejo o nome deles, sempre tem algo a ver com Web 2.0?
Simples: Eles estão tratando a web de uma forma diferente. Eles estão tratando a web como uma plataforma, um lugar “onde as coisas acontecem”. Eles tratam a “informação” com um carinho especial.

Volte no tempo uns 2 anos, lembra-se da web que você acessava nesse tempo? Lembra-se de quem ia atrás da informação? Quem é que tinha uma lista interminável de links para acessar religiosamente só para ver se havia alguma novidade?
Bem, não sei quanto a você, mas há 2 anos atrás eu não navegava tanto como hoje, não lia tanto quanto hoje, não blogava tanto quanto hoje. Colocava limites na minha lista de links regulares, que já não era tão pequena. Então o quê mudou?
Mudou o jeito de como nos damos com a informação.

Se antes, ter informação precisa era uma coisa difícil de conseguir, atualmente ela se tornou a coisa mais fácil. Hoje posso ter a previsão do tempo de toda a semana no meu Desktop, ou saber quando meus sites prediletos disponibilizaram alguma novidade.

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